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Sob a direção de Isser Korik, A Minha Primeira Vez estreou no dia 4 de janeiro de 2013, no Teatro Folha, em temporada de mais de seis meses, circulou por Campinas, São José dos Campos, litoral e Curitiba. E agora, depois de assistido por mais de 25 mil espectadores e atendendo a pedidos, estreia em grande estilo, no Rio de Janeiro. Afinal, toda primeira vez merece bis.



Encenada na América, Europa e Ásia, a peça “A Minha Primeira Vez”, de Ken Davenport, tem versão brasileira dirigida por Isser Korik. A temporada acontecerá no Teatro Fashion Mall de 06 de janeiro a 18 de fevereiro, sessões às sextas-feiras e sábados,  às 23h30.



O produtor e autor americano comprou os direitos da página myfirsttime.com em 2007, com 40 mil depoimentos na época, e transformou seu conteúdo em um espetáculo de sucesso. O diretor Isser Korik fez a tradução e a adaptação da peça, usando depoimentos do texto original e outros de brasileiros, que foram colhidos do site (http://www.aminhaprimeiravez.com.br), criado no começo de 2012 pela produtora Conteúdo Teatral, responsável pela realização da montagem que já foi apresentada em temporada de sucesso na cidade de São Paulo. O site brasileiro recebeu mais de mil depoimentos de internautas.



O elenco tem os atores Emiliano d’Avila (que atuou na novela Avenida Brasil, da Rede Globo, e no programa Vai que Cola, da Multishow), Ronny Kriwat (que fez as novelas Avenida Brasil e Em Família), Gabriella Vergani, Ian Soffredini, Natália Rosa e Tammy Di Calafiori. Eles mergulham em depoimentos reais e picantes de internautas sobre a primeira experiência sexual, num caleidoscópio de emoções para todas as idades. “A escolha do elenco foi feita para que a energia em cena compreendesse a gama de sentimentos da primeira relação sexual vivida por pessoas comuns de todos os tipos (periguetes, malandros, gays, voyeurs e últimos românticos). A peça fala de um tema universal, por isso a importância da identificação do público com os personagens e intérpretes”, diz o diretor Isser Korik.



A encenação, que tem um site como fio condutor, utiliza recursos de vídeo mapping para reproduzir diferentes cenários virtuais no fundo do palco. Concebido por Osvaldo Gonçalves, a cenografia brinca com a criatividade do espectador: módulos brancos viram moita, cama, carro.



Antes de cada apresentação, será entregue para o espectador um questionário sobre a sua iniciação sexual (idade, local, se foi planejado). Nos bastidores, as informações serão tabuladas. As estatísticas mais interessantes sobre os espectadores presentes na plateia serão reveladas ao longo do espetáculo.



As lembranças e narrativas do público ganham forma no palco, com personagens de gerações e universos culturais diversos, que certamente farão o público se identificar com as situações encenadas.



Para compor o visual dos personagens (a maioria adolescente), o figurinista Luciano Ferrari optou pelo básico. A meta é realçar a beleza, valorizando o melhor dos corpos, com conforto, em sintonia com a atmosfera sexy da encenação.“Esquetes românticos, cômicos, violentos ou dramáticos conduzem o público a desmistificar a primeira relação sexual e pensar no que importa: a próxima vez”, conclui Korik.